Após uma pesquisa de “sítios que oferecessem condições necessárias e de apoio para iniciar o projeto”, a COMËSSU encontrou na Incubadora estarrejense as “infraestruturas e todos os serviços disponibilizados e a preços que de outra forma no mercado não iriamos encontrar”, afirmou um dos sócios gerentes, José Onofre.
«Em crise estamos sempre», disse. «É uma questão de arriscar», para além de que neste caso, «o investimento inicial é baixo». A vontade para começar é enorme e exportar para a Europa o grande objetivo.
O desígnio destes três sócios é criar uma «marca que tenha reconhecimento e aceitação no mercado externo mesmo nos mais competitivos como o alemão e europa ocidental».
A Incubadora de Empresas – Pólo de Estarreja resultou de um processo que teve o seu início em 2008, com a aceitação por parte do Município de Estarreja em integrar uma Rede Distrital de Incubadoras, sob proposta da Universidade de Aveiro/GrupUnave. Dessa decisão resultou um projeto de beneficiação de uma área do edifício do antigo Colégio de Estarreja/ex-Escola Padre Donaciano, para promover a sua adaptação às necessidades funcionais de instalação de incubados».